Preciso desaparecer quando a noite me faz fechar os olhos. Desaparecer pelo que é realidade...
Onde o sonho quebra, onde a batalha não é só minha e que risca e marca qualquer coisa frágil disponível aos sentimentos. E os ouvidos escutam palavras novas e antigas mas que formam outras frases, que mudam o impensável até ali. As mãos se disfazem por incapacidade de tato. Os olhos que a nada enxergam, sentem o gosto azedo da escuridão, onde ninguém quer estar.
Para nada servem onde se risca e marca qualquer coisa frágil disponível aos sentimentos. Por isso sorrio, um sorriso novo, para desaparecer de novo.
Texto incrível, Pri!
ResponderExcluirobrigada Lep!
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