Eu ando precisando escrever, afogar alguns sentimentos dentro de outros.
'Deixar que te percebam sem que te comparem.'
Ando vivendo aflita, arrancando cabelos, conhecendo vírgulas. Com um sentimento de auto destruição aflorado para alguns campos de conhecimentos baratos, desconstruindo progressos e humanos. Mastigando-os.
Deixando canecas pelos cantos, transpirando cafeína.
Numa bolha que nem eu me encaixo sem sossego, nas insônias mais demoradas, quando pisca-piscas te enlouquecem e o que passa pela cabeça numa noite nublada é apenas que 'na falta das estrelas no céu o poste serve, não só pela distância prolongada, mas pelo brilho intenso que provoca.'