Talvez respirar seja realmente agressivo e contar o passar do tempo pelas batidas de um coração descompassadamente impossível.
Talvez o homem velho respire melhor, pelo desgaste já causado, assim, pelo costume; e seu coração bata menos pela vida passada, por tudo não alcançado e que teve que aprender a esperar, sem nem ao menos querer.
Por tanto rir ou chorar, por sentir ou sei lá, pelo passar.