Tenho me percebido com medo, que a cada dia alimenta mais ainda o precipício que é viver aqui, desse jeito imaturo.
Julgo estar com falência das múltiplas alegrias que vivem comigo, em um estado de secularização de um tempo que nem passou mas que independentemente disso, eu sinto. Acordo com falta, ando com peso, durmo sem fechar os olhos e por isso esqueço de piscar e quando durmo na minha cama não descanso.
A rotina mudou, mas não sei se é o caso de resquícios de um certo sentir-se bem, equivoco no que me mostro, se, como sempre, não tenho vontade de conversar com ninguém. Depois de tudo que já passou, ainda não sei andar sem levar o mundo nas costas.