Preciso desaparecer quando a noite me faz fechar os olhos. Desaparecer pelo que é realidade...
Onde o sonho quebra, onde a batalha não é só minha e que risca e marca qualquer coisa frágil disponível aos sentimentos. E os ouvidos escutam palavras novas e antigas mas que formam outras frases, que mudam o impensável até ali. As mãos se disfazem por incapacidade de tato. Os olhos que a nada enxergam, sentem o gosto azedo da escuridão, onde ninguém quer estar.
Para nada servem onde se risca e marca qualquer coisa frágil disponível aos sentimentos. Por isso sorrio, um sorriso novo, para desaparecer de novo.
quarta-feira
quinta-feira
Voltando ao novo
Começar dando tchau para muita coisa. A mudança participa da volta. Se sou alguém de círculos? Não, não mesmo. Que mude o quarto, a comida, a hora, o escrito. Faz bem criar e matar.
Vou do insano ao equilíbrio, vou do equilíbrio ao calmo demais. O círculo está longe do incostante, está longe de mim. Ataques de riso constantes, lembranças falhas, mensagens apagadas...
O pouco que sei é preto e branco, as cores vem depois, com o viver...
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Desabafos sobre a vida...,
Mudando Hábitos
quarta-feira
Cartola
Da sua cartola tire frascos simples
Frágil alegria, boba sensatez...
Escreva para mim, diga quantas gotas
Quantos dias do mês
Quanto vale os dias vividos e não sonhados?
Quanto vale as noites sonhadas e não vividas?
Estúpida cartola
Estúpida vez.
Dilua com água? Digo que o cuspe também serve..
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