Bichos da decomposição! Fadados a viver do que já morreu. Plano de vida, famosa ideologia, do que sou eu?
Oh cemitério, Oh lápide, Oh sepulcro do meu sonho. Terra mais fértil não existe! Tudo que deita, levanta um dia.
Que do morto que adormece ali viva a vontade que grita e que no dia do grito final ele se levante, mais novo, conservado e limpo do que as pessoas mesquinhas, do que os olhos vesgos.
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